quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Paixão Cruel Desenfreada

Cazuza era o cara. Capaz de amar a todos e a todas literalmente e colocou esta Paixão Cruel Desenfreada em sua musica.

Não sei ao certo se encaro a Paixão Desenfreada como cruel. A bem da verdade acho maravilhoso se apaixonar e todo dia pela mesma mulher é o ideal, não acham?

Outro dia vi que se apaixonar é inevitável, mas tenho visto a maior parte das mulheres com medo, por sofrerem, ou tido uma experiência ruim, mas é muito bom.

Todo homem deveria ter uma meta no primeiro encontro, meta que ele mesmo nunca saberia se atingiu:

"Ao deixar sua companheira em casa, depois do primeiro encontro, ela fechar a porta de casa e sozinha, suspirar!!!"

Alguem consegue isto depois de anos de casado? Ou depois do 3 ou quarto encontro quem sabe?

Acho que não. Mudar a arte da conquista é quase uma utopia….


 

Quase!!!!!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Rainbow Taste - Conto

Vendo TV, fiquei sabendo de um problema onde pessoas percebem cores como gosto e tirando o problema de lado e filosofando sobre o assunto, será que o arco Iris teria cor de tuti-fruti?!
Percebo que mulheres tem o poder das cores.

Talvez as pessoas associem a cor vermelha das rosas à paixão, ao tesão e quem sabe ao mais intimo prazer associado com fazer amor.
Admito que tenho uma tara por cores mais discretas e o preto tem algo de me fazer soltar faíscas.
Um dia no metro olhei para uma menina, jovem, discreta em sua sensualidade.

Advogada, certamente!
Andando pelos trens de São Paulo as pessoas tem algo que as descrevem, sem as rotular, por favor.

Ela usava um tailleur preto com uma blusinha branca. A saia era ligeiramente acima dos joelhos, suficiente para despertar a curiosidade masculina e ainda manter o respeito exigido pela carreira. A meia era trabalhada,como se tivessem tatuagens tribais em sua pele, discretas, porém modernas. Talvez fosse meia calca, mas minha imaginação realmente pensava em um par de meias 7/8… Liga?! Quem sabe…..
O salto indicava uma mulher sedutora, dona de si, sabendo o poder que tinha sobre a
população masculina. Era alto, não era bem um scarpin, mas tinha delicadeza total deste tipo de sapato, mas uma forma diferente de se prender, como se fosse próprio para dançar tango.
Não usava maquiagem pesada,somente o necessário para destacar suas nuances, seus detalhes.
Logo notou que eu estava ali maravilhado, sorriu, levantou e deu uma leve piscadinha ao sair do vagão, já me obrigando a correr, quase preso na porta, na tentativa juvenil de conseguir saber seu nome.

Perguntei seu nome e ela com ar mais juvenil que o meu, sorriu com uma pitada de malvadeza dizendo que era Raposa.


- Já vi este filme…Coração de Cavaleiro, milady…


Riu!


Perto pude sentir seu perfume, firme, não forte, só o notei ao me aproximar, coisa de menina que não precisa de muito para chamar atenção Fomos conversando, e rindo, caminhando e não faltava assunto….
Notei que a sua blusinha branca era levemente translucida, deixando “escapar” um sutiã meia taça, destacando uma linda forma de tamanho prefeito que fui incapaz de deixar de notar.
Chegamos ao seu escritório, num prédio antigo, muito bem conservado, com um charme diferente.
Trocamos cartões, com celulares.

Conversamos a noite inteira, muuuiiittttassss coisas… estávamos íntimos…
Não!
Cúmplices em nossa pequena safadeza de confessar nossas fantasias e eu de descrever o que pensava ao vê-la no metro.

Fui cedo para o trabalho e logo pela manha recebi uma pequena caixa, delicada, destas que se guarda uma medalha, uma conquista, com um bilhete junto em papel maravilhosamente especial com um endereço, intimando para um jantar, dizendo para eu escolher um vinho que combinasse com Salmão.
Queria continuar nossa conversa querendo ver se com olhos nos olhos seria capaz de falar tudo que falei pelo telefone.

Na caixa, estava somente uma calcinha, perfumada, delicada, pequena, porém sem ser fio dental. Muito sensual.
Era uma provocação de quem sabia estar comandando o movimento.
O Jantar?
Voce já sabe da cor, o sabor, foi meu....

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Golpe da Barriga!

Uma das coisas mais maldosas que uma mulher pode fazer com um homem e possivelmente com ela mesma é o chamado golpe da barriga. Coisa comum em adolescentes idiotas que acham que filho segura um homem e “talvez” lucrativo se a mulher resolver catar o Romario ou Mick Jager!
Será que um homem pode aplicar o golpe da barriga ao contrario?
Como seria?
O cara fura suas camisinhas de propósito ou troca as pílulas da namorada por balas de menta!!!! Hahhahahhaha
Talvez isto existe no intimo mais profundo de uma dama sonhando com seu príncipe encantado(meio safado) por ai….

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Hotel - Conto

Ele chegou cansado, depois de um longo dia de trabalho. Sabia que todo o glamour de viajens longas e cheias de reuniões, com vôos atrazados, almoços com clientes que você não suportava, mas eram clientes...

Entrou no quarto do hotel que antes lhe parecia tão impessoal, frio, distante, estranhou o perfume no ar. O dia tinha sido estressante, não cansativo, parara o dia inteiro em reuniões, mas muito foi feito, profissionalmente estava realizado. Já tinha ate se esquecido de que sua paixão tinha ido acompanhá-lo na viagem, nem tinha tido oportunidade de curtir o momento, ela deveria ter ido curtir a cidade, apesar de tão perto, Buenos Aires era especial, charmosa, quase européia (que nossos amigos portenhos não saibam disso, ficariam ainda mais convencidos).

Aquele quarto tinha realmente algo muito especial, mágico, silencioso, erótico até... Transformara-se em ninho após a chegada dela...Uma tênue luz banhava o quarto, quase que imerso em uma mágica penumbra doce, sedutora... Sentou-se na cama e desafrouxou o nó da gravata...olhava para o nada sem saber o que fazer, pensava no nada, curtia o momento. Tudo era silêncio, e aproveitou para colocar um CD com musicas instrumentais, mas nada comum, era um solo gostoso de Rock, Little Wing, Hendrix tinha sido iluminado e naquela versão então... a mente voou até que sentiu passos femininos vindo atrás de si...

Olhou de relance para trás e ela ali estava, caminhando como se aqueles poucos metros quadrados fossem uma alameda. Vestia um robe de seda no corpo que cheirava a morangos com champagne, de salto alto mostrando toda a ternura e poder que sabia que tinha.

Trazia nas mãos uma taça de vinho tinto...

Caminhou devagarzinho e subiu na cama, onde jazia uma colcha de cetim de um bege esmaecido pelo tempo... Sua movimentação era inebriante, deixava ele ipnotizado, completamente absorto pela visão da perfeição feminina. Ela postou-se atrás dele e o enlaçou com suas grossas e carnudas coxas, num abraço...ele podia sentir aquela respiração morna em sua nuca, deixou a cabeça pender para frente como que concordando e incentivando o carinho.

Fechou os olhos.

Fechou os olhos para se embebedar daquela presença...Ela tocou suas costas tirando sua camisa já amassada pelo longo dia ficou ali na cama enquanto seus dedos,
com um toque sutil, iniciaram uma massagem lenta até que foram tocando seu
peito, de forma mais presente...um beijo gostoso na base da orelha deixou ele ainda mais excitado enquanto suas unhas delicadamente sentiam os pelos do peito passar...

Com seu corpo e sua respiração ela demonstrava seu tesão no momento..

Com o canto do olho ela percebeu a excitação presa dentro da calça do jovem mancebo em seus braços... Desceu com sua mão ate desabotoar suas calças já puxando-o para deitar. Beijou seus lábios longamente como se fosse ar, como se aquele beijo fosse necessário para viver... E realmente talvez fosse...

Sua boca foi então descendo pelo peito dele e cheirou seu perfume que ainda estava lá enquanto arriava suas calças junto com a roupa de baixo. Neste momento o robe já estava entre aberto, cobrindo o corpo dela como um grande e delicado sobre-tudo que neste momento cobria o seu corpo quente e delicado.

Era incrível o que ela fazia com ele. Ele neste momento era um garoto ingênuo perto do desejo e carinho que ela dava. Ele não era assim, mas estava assim, imóvel, impotente diante da situação quanto ela começou a beijar e se deliciar com o falo enrijecido todo ali, só para ela.

Por pura traquinagem ela parou e ficou ali olhando para ele com cara de menina safada que esta fazendo coisa errada... quando seus olhos se cruzaram ela pulou para cima dele, ainda imóvel, ele so podia ver o lindo corpo de sua amante se movimentando e controlando a situação em cima dele. Cavalgando no prazer, demonstrando o prazer e desejo.

Gozaram...

Juntos...

Queria poder relatar de outra forma, mas é impossível...

Gozaram como adolescentes e os dois suados se abraçaram, aproveitando juntos os momentos de êxtase total.

Juntos calmamente foram tomar um banho quente e sair para jantar em Puerto Madero como dois namoradinhos....

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Conceitos ultrapassados sobre feminismo

Hoje não é dia de conto.
Dia 12 de Junho, dia dos namorados e poderia ficar aqui divagando sobre a sexualidade angelical, mas não vou.
Quero falar do jogo de conquista sobre as mulheres e homens.
Estamos num momento pior que o feminismo dos anos 70 onde se queimavam sutiãs e as mulheres insistiam na falta de depilação afirmando que eram contra a sociedade da época.
Ta bom, sem protestos para me falar que nem todas eram assim!!! Sei disso!!!
Mas agora vivemos um mundo de independência feminina algumas vezes imbecil.
Poxa, nada mais afrodisíaco para mim que mulher inteligente de salto alto!!!!!!
A Independência feminina é fundamental, mas as mulheres precisam deixar de ser mulheres?
Vamos pensar em alguns cenários pro primeiro jantar:
1 – O cara sai pra jantar com a menina e simplesmente no final chama pra dividir na lata!
As mulheres ficam ofendidas. Isto é um fato!
2 – A mulher faz charminho, pede pra dividir, mas se o cara aceita….. Ficam Ofendidas!
3 – O cara pede a conta, vai ao banheiro para deixara conta chegar para a menina… Acho que não preciso comentar o tamanho da falta de “tato” na atitude, mas já ouvi isto tantas vezes de amigas que não podia deixar de colocar aqui.
4 – O cara pede a conta, paga, abre a porta do carro, deixa a mulher entrar antes…
O item quatro é uma suposição quase remota que o cara existe e se existe que a mulher saberá lidar com isto….

O fato é que sou careta. Gosto da mulher independente, mas não abro mao de certos cavalheirismos.

Depois de um tempo, dividir "pode" ser uma opção, mas primeiro encontro?

Comentem, quero voltar neste assunto com a opinião de vocês…
Beijos
Joao
joaovicente75@gmail.com

quarta-feira, 3 de junho de 2009

PRAIA - Conto

Praia sempre é um lugar de provocação, de aparências mais ainda…
Existem cidades como o Rio de Janeiro onde sempre as mulheres se cuidam de forma diferente da minha São Paulo, La provavelmente, pela exposição do corpo, vemos as tais marquinhas mais salientes, o bronzeado mais dourado e a barriguinha mais saradinha.
Em São Paulo temos as executivas, em seus scarpins maravilhosos, mas isto fica pra outro conto…
Mas Santos tem algo diferente de todas as cidades litorâneas, algo do Rio, mas com a peculiaridade de se estar perto de São Paulo, ser menor mais aconchegante talvez.
Eu tinha uma pick-up, destas grandes antigas, clássicas, um xodó todo especial que eu adorava e cuidava e como todo homem com brinquedo preferido a chamava de Filó. Tinha duas cores, branca e vermelha o que chamamos saia e blusa e eu tinha passado a tarde lavando e encerando.
O por do Sol estava próximo, tomei um bom banho e fui desfilar com a Filo, um CD escolhido a dedo do Beach Boys tocava, não alto para ser inconveniente, mas o suficiente para quem estivesse próximo ouvir e saber meu gosto musical, como se fosse o perfume de uma dama, que o coloca para quem estiver ali do ladinho.
Meio longe vi uma linda morena passeando de bicicleta, estava encostada tomando água de coco conversando com uma amiga e não pude tirar os olhos dela.
Fui hipnotizado de uma forma que não esperava ser.
Não tinha saído com a intenção de conhecer ninguém, mas estava só na casa de praia e no meu leve trotoir vi uma pessoa que não poderia deixar de conversar, de conhecer.
Sempre fui uma pessoa ambígua, meio tímido e meio cara de pau. Vou tentar explicar, nunca soube o que falar para começar uma conversa, depois que a conversa iniciava a coisa rolava, mas o inicio era um problema e eu estava ali justamente nesta situação.
Pra minha sorte abriu justamente a primeira vaga próxima ao barzinho do calçadão e bem ao lado da ciclovia onde esta linda menina estava.
Ao parar o carro ela olhou de lado e sorriu, sorri em retribuição e com um singelo boa tarde ia desligando o radio pra comprar uma água de coco e pensava freneticamente no que falar pra puxar assunto quando ela soltou um “adoro Beach Boys, deixa tocar…”
Eu ri e respondi, “ta bom, mas fica de olho na Filó”. Expressão que deixou ela sem entender direito já que eu estava sozinho, mas fui eu La comprar minha água de côco, já mais calmo e voltando percebi que ela estava se despedindo da amiga.
Ela sorriu de novo e perguntou quem é a Filó e quando apontei-a, se matou de rir e disse que meninos são sempre assim.
Começamos então nossa conversa, ela sempre com aquele sorriso inebriante que me deixou na duvida se era timidez ou um charminho todo especial (certamente eram os dois!!!), mas não faltava assunto, falávamos sobre tudo, sem pressa, como se o tempo fosse infinito.
Fiz o convite para ir ver o final do por do Sol num mirante ali próximo, meio que nem acreditando ela disse sim. Joguei sua bicicleta na caçamba da Filó e fomos passear.
Parei a Filó no mirante e sentados num pequeno muro rimos, conversamos, nos beijamos.
Eram beijos ternos, simples, carinhosos, delicados, sinceros, longos, palavras já não eram mais necessárias ali, somente seu gosto, seu toque…
O Sol se foi e com a noite veio um momento estranho, por que eu a desejava e ela me desejava, mas eu não queria estragar as coisas pulando etapas ao mesmo tempo que a desejava ali mais que tudo.
Perguntei se aceitava jantar comigo ela aceitou, mas acho que estranhou eu falar para irmos direto, pediu pra passar na casa Del, para deixar a bike, tomar um banho, perguntou onde iríamos e falei, que se ela não se incomodasse, iríamos para minha casa. Perguntou se poderia confiar em mim, respondi que sim e ainda bem que ela confiou…
Os 30 minutos que ela levou para se arrumar pareceram uma eternidade, coisa de homem, vocês entendem.
Ela voltou delicada, usava uma camiseta branca por cima de um top de algodão também branco, um shortinho jeans e uma sandália de dedos de saltinho, roupa de praia para resumir, ela não era uma menininha, era uma mulher com todas as letras, mas eu não conseguia ver nada alem da menina travessa que ela parecia ser.
Chegamos em casa, e deixei claro que sabia fazer uma boa pasta (macarrão para os leigos) e apesar de usar molho em latinha, eu colocava uns ingredientes secretos, mas antes de preparar, ofereci uma taça de vinho branco, geladinho,levemente adocicado, temperatura ideal para o verão sabor ideal para o momento.
Pedi licença para tomar um banho, ela riu e me provocando falou que não era para demorar pois estava com fome.
Deixei o espaguete e o molho no fogão e fui pro meu banho. Admito que escolhi o perfume com cuidado, queria impressionar e esta mulher me transformava num menino ao se falar em sentimentos.
Voltei, e juntos na cozinha íamos conversando, beijinhos, bebendo, e eu terminava nossa janta.
Coloquei no prato nosso jantar e fomos para sala, sentados no chão, informais, íntimos, onde sugeri um DVD para assistir comemos e no vinho já estávamos levemente alegres, não só pelo vinho, mas pelo momento.
Já no meio do filme, não víamos mais o filme e simples mente só nos beijávamos apaixonadamente e nos tocando a levei para sentar em meu colo, de frente para mim, olhos nos olhos, ela com um sorriso maroto de minininha fazendo “arte” eu com olhar de adolescente com a primeira mulher.
Enquanto ficávamos nesta posição, nos beijávamos lentamente, passávamos as mãos um no corpo do outro e eu sentia sua pele delicada, bem cuidada, que refletia uma mulher vaidosa e feliz consigo mesma.
Retirei sua camiseta e ela retirou a minha.
Beijei o colo de seus seios e talvez descreveria como um top, destes de algodão, delicados, simples, mas de uma sensualidade maravilhosa que eu retirava enquanto sentis seu corpo.
Retirei seu shortinho jeans e fui beijando seu corpo até encontrar uma calcinha também de algodão, pequenina, delicada, de meinininha.
Retirei sua calcinha.
Retirei meu shorts junto com minha cueca boxer.
Puxei minha menininha novamente defronte a mim, eu sentado, ela por cima e tudo se encaixou como se fossemos feitos um para o outro.
Fizemos amor ali até sentirmos o nosso prazer máximo juntos, sem inventar, sem posições mirabolantes, simplesmente estávamos sendo cúmplices um do outro numa sintonia pacifica e calma.
Não esperava nem em minha mais remota possibilidade que ao ver a linda menina andando de bicicleta e sorrindo que a noite ia terminar num momento tão mágico.
Terminamos a noite ali abraçados, sem pressa, em correria.
Depois de um tempo conversamos um pouco, ela riu e pediu para colocar o filme de novo “tava legal” provocou.
Coloquei, terminamos, ela chorou, filme romântico
Acabou dormindo em meu ombro.
Levei-a para o quarto e dormimos juntos, ela dormiu sorrindo…

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Dia Quente - Conto

Tinha sido um dia difícil, daqueles que você praticamente não para e em teoria não teria tempo para nada, telefone tocando, o pentelho do cliente chato no seu pé e você sem a resposta que ele deseja, enfim, um dia pra sumir.

No meio do dia a única coisa que me acalmava e ao mesmo tempo me agitava era pensar em você e na distância que nos separava. Distância é uma palavra chata, incomoda, deveria ser abolida do nosso léxico, mas está ai.... Queria um transportador “a lá” Star Trek, coisa de ficção cientifica, mas que me ajudaria estar do seu lado.

A calma ao pensar em você era a paz e o relaxamento natural de estar ao lado da pessoa querida e desejada, mas a idéia de estar al lado de pessoa tão sensual inteligente me excitava, me deixava maluco de tesão, quase incontrolável...Acabei parando num lugar escondido para me aliviar... me masturbei lentamente, de olhos fechados, lembrando seu gosto, seu cheiro, tudo aquilo que me viciou em você e me deixava alucinado.

Não conseguia ter culpa; a reunião rolando solta e eu ali tendo um momento de prazer inexplicável.........

Sai, fui embora, logo após a reunião recebendo bronca por não ter participado da reunião e sem a menor culpa, só o desejo, só o tesão que não parava de lembrar você.

Atravessei a cidade, peguei a estrada... Era incapaz de raciocinar, lógica não existia, te desejava somente, era só isto residia em mim nestes momentos.

Cheguei ao seu escritório no interior do estado, aquelas duas horas de estrada pareciam duas semanas, uma eternidade diante do vulcão de sentimento que estava ali pulsando em mim sem parar, chegava a latejar dentro de minha calça.
Entrei serio, ninguém nem sequer se atreveu a perguntar porque estava ali, tão cedo, num horário que normalmente nem apareceria, mas não importava.

Sua secretária me olhou, até tentou dizer algo do tipo “vou te anunciar”, mas não me incomodei, ignorei sua tentativa e entrei na sua sala. Sua secretaria ficou me olhando com cara de “hoje é dia de briga”.... quanta ingenuidade dela.... ordenei que não deixasse ninguém nos incomodar, como se tivesse o direito de fazer isto... depois me desculparia, mas agora era só o que era importante... não ser incomodado.

Você ao telefone se surpreendeu, soriu delicadamente e em seguida entendeu que devirá desligar, rapidamente tentou desligar e eu sem si quer falar uma palavra somente te agarrei segurando firme e não forte, abraçando como se fosse minha salvação e era, era a salvação para tudo que se passava dentro de mim.

Te peguei pelos cabelos, levantei seu rosto, você ainda sentada gemeu levemente. Beijei você como um sedento andarilho bebe água no deserto, sedento de você, do seu prazer.

Seu prazer era claro, estava exposto, você gostava realmente de ser possuída e eu não deixava dívidas de que você era “a pessoa” a ser possuída.

Minhas mãos iniciaram a peregrinação frenética pelo seu corpo procurando algoe que não sei explicar ate encontrar seus seios, delicados, perfumados e neste ponto levemente umedecidos pelo seu suor. Eu beijei seu pescoço e seus seios, ambos, um, o outro...

Te puxei para a mesa já derrubando todos os papeis e você me olhava levemente assustada, nunca tinha feito nada parecido com você, mas deixou claro que estava excitada, gostava, se deliciava em ser desejada e retribuía.

Levantei seu vestido, abaixei, puxei delicadamente sua calcinha para o lado e te chupei, queria poder falar de forma mais bonita, mas neste momento eu era um animal, meu instinto me regia, me guiava sem freios. Eu parecia um bebê num pote de mel, como seu gosto era doce........

Olhava para seu rosto e via prazer, tesão, abaixei minha calça somente o suficiente para expor meu prazer e te penetrei, com força, seu gemido me excitava cada vez mais, você levantou suas pernas para que penetrasse o mais fundo possível, via você com aquela sandália de salto alto que te deixava fabulosamente gostosa...

Te virei, coloquei de bruços sobre a mesa, te peguei pelo cabelo, e continuei a penetrar e ouvir seus gemidos ate gozar, jorrando dentro de você e você ali, junto comigo, gozando em sintonia.

Acabamos, juntos, e ficamos ali, sem falar uma única palavra, até que você se pronunciou, me mandou embora, falou que já tinha te dado o prazer que você queria. Me senti realizado, fui pro seu apartamento, com sua chave tomar um banho e te esperar, deixou claro que queria mais e noite ia ser longa.... Nem tinha te falado do espumante que comprei para tomar em seu corpo mais tardo com morangos.......

Quando percebi a menina!!!!!

Fiquei imaginando quando percebi a importância da mulher em minha vida.
Não da mulher como a sociedade machista nos educa, mas a mulher como eu as vejo!
Na época do meu colegial, fui fazer um trabalho na casa de um amigo e acabei conhecendo sua Irma.
Ela me apresentou a varias coisas, mas neste dia simplesmente sorriu ao sair para sua escola, deu um leve sorriso, lindamente vestida com um uniforme escolar vermelho.
Fazia Sol!
Uma outra vez conversamos sobre o Pequeno Príncipe e ai me apaixonei.
Talvez tenha sido paixão de adolescente, talvez não, mas é certo que era puro e eu não sabia.
Coisa linda o amor puro de criança que fui capaz de sentir, mas não de perceber…. Se precebesse não seria de criança… 
Linda menina…. Lindas crianças fomos nós….
Tudo puro… nem combina muito com o blog, mas quem disse que amor é so sacanagem?!?!?!?!??!?!?!??!?

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Visinho - Conto

Existem dias onde tudo acontece de errado. Estou certo de que sabe bem disso. São dias que dizemos que não deveríamos ter saído de casa. Este dia começou assim para ela, já tinha falado estas frases dezenas de vezes para si mesma.

O dia estava próximo do fim e, portanto estava feliz de estar chegando em casa.

Ela morava num apartamento do centro da cidade. Claro que tinha os prós e contras de um apartamento assim, mas era confortável e mais importante era seu lugar, seu castelo...

Tinha uma vaga cativa no estacionamento, um conforto de apartamentos antigos que não vemos mais hoje em dia. A vaga era perto do elevador o que lhe rendia alguns pequenos conflitos com vizinhos que “esqueciam” os carros lá depois de tirar as compras ou algo assim. Normalmente eram sempre os mesmos carros, sempre as mesmas pessoas, mas este dia tinha um carro diferente, um carro que não tinha visto no prédio antes.

Em condições normais não ficaria tão estressada, devia ser um novo morador ainda desavisado, mas este dia já tinha dado tudo tão errado que não foi difícil se aborrecer mais um pouco.

Em meio a toda esta irritação apareceu um homem lindo. Era estranha sua beleza, talvez fosse mais charme, mas aos seus olhos lhe chamou a atenção. Tinha feições másculas e até serias, mas um olhar divertido, sacana...

Ela vestia um vestido solto florido, compatível com o calor da cidade e uma sandália de salto alto realçando a delicadeza dos seus pezinhos. Já ele usava jeans, camiseta pólo e tênis, tudo de bom gosto, mas combinando com o momento de mudança.

Apresentou-se como novo morador, cumprimentou a brava moca com um aperto de mão seguro, firme e na media certa. Este novo cidadão ficou muito sem graça de atrapalhar, percebendo a raiva da dama, ficou ate ruborizado. Em seu ser, nunca se devia ter qualquer outra atitude que deixar uma mulher feliz e a situação ali era tudo que ele não gostava.

Ele tinha se mudado para a cidade vindo de outro estado e ela tinha vindo do interior do estado, ambos para trabalhar, ambos com algo em comum e principalmente ambos se olharam nos olhos...

Ele tinha parado num supermercado, comprado uns queijos, pães e uma garrafa de um bom vinho.

Sua janta...

Só no novo lar...

A conversa seguia animada e diante da forma como o visinho a tratou toda a raiva se foi sem perceber que já tinha passado mais de uma hora ali na garagem.

Ele não resistiu e acabou a convidando pra jantar. Mas que jantar? Queijos? Vinhos?

E ela estranhamente aceitou sem saber direito o motivo, já que nunca tinha feito nada parecido e tinha ficado mais de um ano sozinha depois de sua separação.

Subiram juntos no elevador e ficaram só olhando com o rabo dos olhos um para o outro fingindo olhar para os números dos andares serem trocados nas luzinhas do antigo elevador.

Notaram muitas coisas em comum e outras não tão em comum, mas que se completavam, como a timidez dela com o olhar “sacana” dele. Quem seduzia ou estava sendo seduzido era difícil descobrir...

O apartamento dele ainda estava bagunçado com caixas, umas almofadas meio jogadas, um sofá embrulhado e uma TV e DVD já meio ligados na parede denunciando que ele tinha chegado na noite anterior e não tinha tido toda oportunidade de arrumar... Na verdade nenhuma oportunidade...

Ainda assim, tinha seu charme, aquela coisa meio de “loft” em Nova Yorque, coisa de filme americano...

Ela entrou, olhou, caminhou, como se bailasse pelo apartamento, conferindo o que podia ver e aprender sobre seu novo amigo e ao mesmo tempo se dando tempo para acalmar os ânimos de estar fazendo algo “errado”...........

Estava lembrando do perfume dele ainda do elevador, tentando adivinhar qual era e porque tinha deixado ela com os hormônios a mil...

Ele rapidamente começou a ajeitar uma das caixas improvisando uma mesa com uma pequena toalha que ele achou sem ela saber direito de onde, colocando o vinho, pães e queijos sobre a mesa e indo lavar as taças...

Ela aproveitou para se ajeitar nas almofadas, numa posição confortável, que permitisse a ela fugir se fosse necessário, mas perto o suficiente para deixar rolar tudo o que naquele momento já passava em sua mente...

Ele não era bobo e ficou feliz de ver como ela se acomodara. Foi ate o lugar que sobrava e se acomodou ligando o DVD e a TV com um show do Jota Quest num volume que permitia aos dois continuar a conversa e se aproximar lentamente um do outro.

Beijaram-se...

Abraçaram-se...

Ele tinha “a pegada” e ela gostava. Neste momento era o único momento em que o homem podia domina-la. Com firmeza... Com a força certa... pegando na nuca, beijando forte, segurando nos cabelos somente para poder direcionar o que acontecia.

Os corpos colados permitiram que ela sentisse sua virilidade. Sua masculinidade aflorava pelos jeans dele e ela sentia e se excitava.

Ele podia sentir seu cheiro. Não o perfume doce e sutil que ela usava em seu corpo, mas os ferormonios exalados pela dama excitada.

Ambos se abraçaram com as mãos enlouquecidas pelos corpos do outro formando um único ser já indecifrável individualmente até que ele chegou onde queria...onde precisava chegar....

Foi descendo seus beijos pelo corpo dela sem sequer tirar seu vestido, não daria tempo e a excitação do momento não permitiria. Beijos seus seios desviando o vestido e continuou sua busca por algo mais.

Desceu para sua cintura já levantando o vestido e vendo uma lingerie delicada e pequenina que carinhosamente desviou para saciar sua vontade de sentir o verdadeiro gosto de sua nova amiga.

Ali ela chegou ao seu primeiro ápice!!!

Ficou maravilhada com o homem que se entregava primeiro a ela e se importava com seu prazer e agora ela retribuiria em grande estilo esta dedicação...

Abriu a calça dele e começou a beijar e se deliciar com seu rígido falo ate que olhou sorridente para ele e viu o prazer que proporcionava.

O olhar sacana agora era o dela...

Pediu sorrindo ainda para sentar sobre ele, que nem precisou se preocupar em responder, já que ela já tinha colocado o preservativo, virado de costas para ele e com a calcinha fio dental desviada para o lado já estava em seu caminho.

Que visão a dele...

Ela cavalgava como uma amazona em seu momento de liberdade total no jardim do prazer enquanto ele a segurava pela cintura maravilhado com suas perfeitas ancas a sua frente.

Agora o prazer foi dele...

Os dois, suados, sabiam que a química que se assemelhava a uma bomba nuclear iria render mais momentos de amor e tesão....

Era só o começo....

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Mulher Plena

Admito que acabo descobrindo o nome e o corpo as mulheres do BBB quando aparecem nas revistas masculinas. Não curto BBB, mas eles sabem escolher bem as meninas la em termos de aparência pelo menos. (quase todas...;-D)

Na Playboy (http://www.playboy.com.br) deste mes esta falando da Josy, linda loira e que fez questão de escrever ao redor das suas fotos e levatou a libido masculina com um toque de sedução sadica em suas vestimentas.

Ela deixou claro em seu olhar, suas fotos, e principalmente ao compartilhar suas ideias sobre sensualidade e desejos, todo seu poder de sedução.

Fiquei absolutamente impressionado com seus pensamentos, mas uma frase me chamou a atenção de forma especial:

"Uma mulher em sua plenitude não admite o previsivel.."

E completa deixando claro a dualidade da conquista:

"Quer domar e ser domada, surpreender e ser surpreendida, despri e ser despida em toda as suas formas... Quer ser mulher: objeto de desejo latente em compasso e descompasso..."

Que coisa melhor que ficar na duvida em tentar descobrir se estamos conquistando ou sendo conquistados????

O mais fantástico de tudo é poder descobrir como conquistar a uma mulher pela segunda vez, pela terceira, pela quarta.... até que ela não tenha olhos para outros homens nem nós olhos para outras mulheres.... até que a cumplicidade seja para um, porém sem perder o erotismo, a sacangem o tesão dos adolescentes excitados....

Se Che Guevara visse estas fotos hoje, talvez sua selebre frase seria interpretada de forma diferente....

“Hay Que Endurecer, Pero Sin Perder La Ternura Jamás”

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Insonia


Insônia “Aqui já passa das 04:00h da madrugada e estou pensando em você...” é a mensagem de texto que recebo no meu celular assim que chego de viagem ao meu destino. 10000km de distancia de você.

Tudo que passa na cabeça pode ser resumido a “porque só recebi esta mensagem agora?”.

Não importa, o que realmente me faz pensar é o que estaria além das reticências, alem daqueles três pontinhos mágicos que fazem meus neurônios, meus sentimentos, minha libido voarem longe em direção ao desejo e prazer mútuos que eu via estarem sendo trocados entre nós.

Eu realmente achava que nesta hora somente eu estava acordado, mas foi bom saber que estamos nesta sintonia...


Ultimamente me sentia como um adolescente, brigando pela primeira namorada, querendo tudo e mais um pouco sempre ao mesmo tempo...

Como estava sendo difícil para mim, se segurar ao seu lado, tudo que eu queria era te beijar inteira, inteira mesmo, não deixar nada para trás.

Sabe o mais interessante de tudo isto era que você me falava “não”, mas seus olhos, sua linda e delicada boca, seu corpo pedia que eu te possuísse, seu cheiro mudava, como um feromônio que me fazia quase parar de raciocinar para somente sentir, desejar....


Olhar para você num ambiente onde “ninguém” sabia que tínhamos algo e ao mesmo tempo “todos” desconfiavam sempre me deixou de serta forma, excitado. Seu olhar meigo, delicado, quase puro, sempre deixava no ar a mulher por de trás da menina...
Ainda penso na nossa noite de amor, em beijar todo seu corpo, em fazer sexo oral em você por horas, ver você sentir prazer. Perco o ar só de pensar na cena, só de imaginar seu gosto, seu cheiro...

Minha mente quase pervertida, não que ter desejo seja simplesmente pervertido ou que ser pervertido seja no meu ver algo ruim, mas sempre me via beijando e tendo momentos quentes, ferventes em cantos escondidos, naquela escada que ninguém passa, no jardim escuro, mas nenhum foi mais forte do que este que vou relatar agora.

Tem chovido muito ultimamente e um dia destes tive um sonho, ou quem sabe uma visão, de um dia que iríamos para nosso lugar comum, onde “ninguém” sabia e estranhamente o mundo conspirou contra nós... Na verdade o mundo conspirou a nosso favor, mas você insistia na idéia de que não podia te levar para lá nem de lá.

Naquele dia tinha ido visitar um cliente no interior e passaria próximo ao seu trabalho de forma que você não conseguiu uma desculpa para recusar minha carona. O transito estava infernal e estava claro que não chegaríamos a tempo acabamos por decidir ir para outro lugar, passamos reto em direção ao litoral fomos parar próximos a Bertioga. Riviera de São Lourenço para ser mais preciso. A viagem foi tranqüila, você ria muito como de costume, e como seu sorriso estava especialmente encantador. Você vestia um lindo vestido claro, com detalhes em forma de lindas borboletas claras, usava uma sandália de salto delicada branca também, nunca tinha te visto com ela e você estava especialmente sensual.

Seu perfume eu não conseguia identificar, mas era delicado, era seu cheiro, combinava com você!

Fomos caminhar na praia, o céu estava estranho, apesar do sol de fim de tarde, dourado iluminando nosso olhar, tinham algumas nuvens escuras que ficavam estranhamente lindas. Voce, como uma menina ria a toa e seu caminhar era um bailar na areia segurando suas sandalias nas maos e pairando como se levitadas pelas borboletas de seu vestido.

Estávamos de mãos dadas, apaixonados, adolescentes, não tem outra palavra para definir nosso estado. As vezes parávamos e nos beijávamos lentamente, com leves mordiscadas, com um abraço apertado, com carinho nos cabelos, excitados, os dois, sabia disso, sentia isto, os feromonios agiam novamente.

Sentamos, e carinhosamente nos beijávamos sem parar, era impossível resistir um ao outro.
Não tinha ninguém a nossa volta.

Só eu e você.

Não existia palavras

Existia excitação.

Existia libido.
Existia tesão.


Lentamente comecei a descer pelo seu pescoço a te beijar e acariciar, pegava delicadamente nos seus maravilhosos seios, desviando seu vestido para poder beijá-los.

E como eram gostosos.


Começou a chover, não sentíamos frio, pelo contrario era como água no asfalto quente, batia e logo evaporava, tamanho era o calor de nossos corpos juntos como um único ser.
Continuei a descer enquanto levantava seu vestido para me perder no meio de suas pernas a beijar e sentir seu gosto como um deus grego bebe o elixir dos deuses,

Ambrósia.

Nunca tinha sentido nada parecido, que gosto, que perfume, estava viciado,nunca mais poderia abrir mão daquilo.


A chuva esta forte, torrencialmente nos molhando como se fosse possível apagar nosso fogo quando senti seu gozo, foi a dica para subir e te beijar enquanto te penetrava delicadamente ate você sentir o meu gozo que coincidiu com seu segundo orgasmo, estávamos em sintonia.

A chuva diminuía lentamente ate que parou exatamente junto com nosso ultimo suspiro. Estávamos exaustos.

O sol apareceu no meio das nuvens a tempo de nos presentear com um lindo por do sol...

Posse

Muitas vezes vejo as mulheres falando que querem um namorado, um marido, um compromisso.

Colocam isto acima de tudo, muitas vezes associada a palavra fidelidade.

Marido, namorado, etc. são sempre títulos precedidos de um pronome possessivo, MEU! Onde foi parar a conquista? Onde foi parar a entrega? A Cumplicidade então é palavra de cantadas via internet…

Muitas vezes vejo as pessoas recitando Antoine de Saint-Exupéry em O Pequeno Príncipe no “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”, mas por que esta obrigação? Por que esta frase é repetida tantas vezes como se o Antoine fosse um defensor da relação monogâmica e ninguém lembra de suas diversas amantes e de como era perdidamente apaixonado por elas.

Estranhamente em um livro de publicação póstuma ele finalmente declarou o que era o amor em sua forma mais completa e plena.

"Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (...) Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado. O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca."

Para quem tiver curiosidade o livro chama-se Cidadela!

Quem realmente é capaz de amar sinceramente?

Quem é capaz de DAR sem pedir nada em troca?

Não respondam para mim mas para vocês meninas…

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Receptividade dos primeiros posts

Não esperava alguns comentários, todos bons, me incentivando, motivando, pedindo mais contos sobre advogadas....

Um em particular me incomodou. não aceitei o comentário por achar que se alguém tem que criticar da forma como foi feito, que coloque seu nome! Mas gostaria de estender o assunto já que certamente está relacionado com a alma feminina e como eu a vejo e já vi no meu passado distante neste caso.

A gente na nossa vida passa por várias etapas, conhece várias pessoas, tem varias paixões, várias decepções…

Posso falar certamente que tenho maravilhosas recordações do meu colegial. Estudei numa escola fantástica, na ETE São Paulo e conheci pessoas que ate hoje, mesmo não falando com várias delas, me ensinaram muito.

Nesta época descobri muito sobre o universo feminino, coisas que estão comigo até hoje e que olhando para aqueles momentos eu interpreto de forma diferente.

Nesta época descobri que as mulheres conversavam entre elas e comentavam sobre o que acontecia, sobre como aconteciam as coisas entre elas e seus namorados, “ficantes” ou qualquer titulo que se queira dar.

Nesta mesma época eu estava me descobrindo e eu ficava maravilhado com a conquista das mulheres e a quantidade era algo importante para mim, mesmo que fútil aos olhos de hoje.

Acho interessante e ao mesmo tempo maravilhosa esta minha etapa de vida pois pude aproveitar meus momentos, minha jovialidade, meus primeiros momentos de conquista e mais importante minha admiração pelas mulheres.

Fui galinha sim. Assumido. Aproveitei. Fui feliz. Não nego. Não me envergonho.

Mas além disso eu numa enganei ninguém. Talvez algumas de meninas tenham se decepcionado tanto comigo por terem visto em mim coisas boas que eu não consegui ou não queria retribuir, mas de fato não acredito as ter enganado.

O fato é que uma comentou sobre o amargo gosto que eu deixei e o que posso falar em retribuição é que hoje percebo bem que a conquista é um processo e não um evento, que o segundo encontro, o segundo beijo, a segunda etapa é mais importante que a primeira. Que a terceira….

Portanto minha querida amiga tenha lembranças boas da ETESP, tenha momentos felizes em sua vida, lembre dos bons perfumes, dos bons gostos das coisas boas que puder lembrar, livre-se das coisas ruins, amargas e distantes se puder.

Como não sei quem é não sei nem que gosto é este tão amargo para ser lembrado depois de tanto tempo, mas a ETESP foi boa porque durou o tempo que durou, porque teve começo, teve o meio e teve o fim. Tinha que terminar, tinha que ser uma etapa em nossas vidas.

As mulheres que na época eram doces meninas meu maior agradecimento e respeito. Obrigado por tudo!!!

Beijos….

Joao
PS: Garota misteriosa, meu email é joaovicente75@gmail.com

Especial - Conto

Este foi o primeiro de todos os contos que escrevi. Iniciaou como uma brincadeira, um bate papo e saiu interessante para mim...

Assim que entrou no restaurante, nossos olhos se cruzaram... Um arrepio percorreu minha espinha ao perceber seu olhar e estranhamente sabia que a mesma sensação passou por você.

Puxei-lhe a cadeira para que sentasse a minha frente. Queria ter a certeza de poder olhar nos olhos durante todo o jantar!


Sobre a mesa, uma rosa vermelha que carinhosamente toquei com seus lábios e lhe ofereci...

Sorrimos.

Não eram necessárias muitas palavras...


Ofereci algo para beber, você aceitou...


O som de uma música chegou até a mesa e não pudemos deixar de ser tocados pelo que estava chegando aos nossos ouvidos como um convite para se juntar aos casais que já dançavam abraçados...


Conduzi-lhe até a pista e ficamos assim, por um instante, parados, sentido o cheiro dos nossos corpos...


Lentamente começamos a nos mover pelo salão... Minhas mãos deslizavam sobre suas costas, e sendo um pouco mais ousadas, desceram...


Olhei nos seus olhos, havia sido mais ousada... Nada usava sob o vestido... Um sorriso de vitória se abriu em seu rosto... Roubei-lhe um beijo envolvendo você com mais firmeza...


Beijei-lhe o ombro sentindo que estava entregue aos meus caprichos... A vitória não era só sua, mas nossa...


Minhas mãos te seguraram pela nuca e com o olhar te penetrava tão intensamente que sentia seu corpo todo contrair-se em espasmos lentos, doloridos, uma dor deliciosa de sentir, mas sabíamos que não era nem de longe o começo...


Voltamos para a mesa, meus olhos desceram incontrolavelmente atraídos até o decote do seu vestido, aproximei meu rosto do seu um pouco... Minha mão tocou firme em sua coxa... Neste momento meu lado animal falava alto dentro de mim e pulsava lenta e constantemente dentro de minha calça...


Sussurrei meu desejo no seu ouvido... “Vou te ter agora, vou te matar de prazer...”

Você ruborizou-se levemente, mas não me recriminou, eu logo vi que me queria dentro de ti.Te desejava e estava sendo retribuído...

Saímos e nosso jantar tinha sido esquecido, nada mais importava, nosso desejo se transformava num impulso incontrolável de desejo de amor, de carinho e tesão... Consegui sentir seu cheiro de desejo e podia jurar que você jorrava de prazer, sem me preocupar com o trocadilho...


Peguei-te e saímos do restaurante apressados, ofegantes, nos beijando, nos desejando...


Pegamos o carro e fomos para casa, não consigo nem mais lembrar se era a sua ou a minha...

Nunca tinha passado por um desejo tão forte... Pelo caminho não sabia se dirigia o carro ou seu prazer...


Chegamos e iniciamos o namoro ainda no carro...


Você me pediu para parar, para irmos para dentro e isto foi estranhamente difícil, te largar, desgrudar meu corpo do seu era um desafio...


Ao sair do carro, te beijei já subindo seu vestido e maliciosamente te tocando e sentindo sua excitação...


Prensei você contra o capo do carro, você de pernas abertas, tentando abrir minha calca e eu não te deixando ainda fazer isto.


Abaixei lentamente beijando seus seios, maravilhosamente torneados, delicados e pensando como Deus fez algo tão perfeito...


Algo me atraia mais a baixo, como animal, fui atraído pelos seus feromônios da excitação e ainda beijando seu corpo cheguei na parte mais doce do seu corpo colocando fervorosamente minha boca, minha língua em você.


Era uma cena linda, você ali, minha, entregue, desprotegida e sentindo o prazer que você sabia merecer mais que qualquer outra mulher na face de nosso planeta azul.


Você revirava os olhos, tentando olhar para o céu todo estrelado e se segurando com as mãos para traz para não terminar de se deitar sobre o capo simplesmente pedindo por mais...


Virou-se de costas, em posição de revista, como se pedisse pare eu te revistar e me falou: “Coloque com, gosto, sou sua, toda sua, me faz mulher, me da todo o seu prazer...”


Eu ainda estava maravilhado como você ainda podia falar, eu não podia, não tinha palavras, não tinha o que falar. só tinha de desejos, vontades e muito tesão, como nunca tive na vida.


Eu latejava de prazer e te peguei por traz e penetrei você de forma firme, forte, te pegando com uma mão na sua cintura, a outra, estava puxando seus cabelos para traz de forma a beijar seu pescoço sem parar de se mexer, sem parar de sentir você, sem parar de te desejar...


Você só gemia de prazer a cada movimento ate que juntos tivemos um orgasmo maravilhoso e despencamos exaustos sobre o capo.


Entramos, tomamos um banho demorado onde te banhei inteira, dormimos abraçados...


Fui acordado logo cedo com você me fazendo sexo oral.... mas isto já é outra historia..........

terça-feira, 28 de abril de 2009

Perfumes Mutantes - Conto

Perfumes Mutantes

Como descrever em palavras algo tão subjetivo como o perfume, um cheiro, um sabor ou um toque? E como descrevê-lo ao se falar de uma mulher, não só uma mulher qualquer, mas aquela que desperta sentimentos e desejos todos especiais, únicos e fantásticos em mim? E ainda mais, como descrevê-los quando são itinerantes, mudam, caminham, deslizam, alteram, misturam-se na essência da mulher e sua excitação?

Este é meu desafio e sei que por mais que queira detalhar, só vou poder aqui externar minha frustração ao não conseguir explorar estes detalhes com a real perspectiva que esta mulher merece, mas vamos tentar.

Falo de uma advogada, gostaria de falar que é minha advogada e ela já declarou que assim posso chamar, mas gosto de pensar mesmo, que por ilusão, que ela é que me tem…

Um dia destes sonhei com ela e foi algo mais ou menos assim:

“Não costumo ir ao escritório dela, na verdade nunca tinha ido La, mas aquele dia tinha algo para resolver e acabei me dirigindo pra La no final de tarde. Dia difícil. Dia complicado. Dia de ver uma pessoa que me relaxa e ao mesmo tempo tirar umas duvidas legais.


Ela sempre despertou milhares de desejos em mim, os desejos mais carnais e sinceros.

Naquele momento esta indo para La e fantasiando com seus beijos e seu jeito marrento e excitante de ser.

Entrei em seu escritório com ela me recebendo pela porta, um beijinho leve, delicado com a tradicional postura de entre e fique a vontade.


Sentei em um sofá que tinha em sua sala e não na cadeira em frente a mesa e ela sentou-se a meu lado com um bloquinho de anotações.


No caminho para o sofá, ao sentar e a cada instante, não deixei de reparar em nenhum detalhe desta menina mulher, estava de saia não muito comprida preta, com meia trabalhada e pela silueta da saia pude ver que era uma meia 7/8 e na verdade notei que a lingerie era pequenina, delicadinha, fio dental…


Ela logo percebeu que não eram segundas, nem terceiras intensoes, mas já era a primeira intenção envolvida.


Todo tratamento que ela me prestava ali era profissional, focado, firme ate, mas eu sentia no ar seus perfumes se misturando e seus hormônios falando alto no ambiente tomando conta do animal que existe em mim. Seus feromonios deixavam claro que ela se segurava em seus desejos.


Num determinado momento toquei em sua nuca, seguindo em direção ao cabelo. Ela fez questão de tirar minha mão e meu braço pedindo para manter a postura, mas para mim era difícil, impossível e mesmo que fosse possível eu ao queria parar, não desejava e certamente não iria interromper minha cruzada por esta mulher.


Seus perfumes mudavam, o ar era inebriante, me viciou, me fisgou, eu ali era presa fácil ou caçador implacável, difícil distinguir…


Peguei seu bloco de anotações e joguei no chão deixando ela sem palavras… ela ate tentou falar algo q não deixei continuar, não era o momento de falar, mas de fazer.


Agarrei-a em meus braços com forca já beijando e correndo minhas mãos pelo seu corpo, tocando seus pequeno e delicado seios com firmeza e percebendo que ela se deliciava com o prazer to toque forte que eu estava lhe proporcionando.


Com um leve puxão de cabelo notei que naquela intimidade toda ela gostava de ser dominada, exatamente o oposto da doutora seria e marrenta que me atendia á minutos atrás.


Levantei sua saia e levantando seu pequeno corpo junto colocando-a de frente para a mesa, abrindo suas pernas e tirando sua calcinha com uma velocidade voraz…puchando minha roupa para fora praticamente com meu rijo falo…


A excitação era muita que deixava meu corpo tremendo, meu membro latejava, era nova a sensação desta forma.


Não iria dar tempo para preliminares…

Penetrei esta menina puxando seus cabelos e com tapas, meio que mostrava que mandava, mas sabendo que na verdade o dominado era eu, proporcionando ali suas fantasias e desejos mas me deliciando nesta execução.

Seus perfumes e cheiros já eram muito diferentes do inicio, já misturados com seu suor, com os hormônios do orgasmo temperando o prazer que eu via em seu corpo e emanava do ambiente.

Seus gemidos e prazeres estavam ali expostos de pernas abertas e bumbum arrebitado para mim sustentado por saltos altos e ornamentados pelas meias 7/8…

Gozei maravilhosamente dentro desta menina sentindo minhas pernas amolecerem em seguida.


Deixamos nossos corpos cair de volta no sofá para com calma relaxar.”


Fui acordado com uma mensagem no celular de minha advogada com um lindo bom dia para mim…

que sintonia…

que sonho…

Passei o dia com seu perfume no ar que eu respirava…

A Sublime existencia do ser.......

Se existe algo mais sublime que a mulher na face do planeta, Deus guardou para ele. Todos os tipos de mulheres devem ser admiradas, conquistadas, veneradas.

Um amigo chega a afirmar que ama somente 3 tipos de mulheres:

  • as bonitas,
  • as feias
  • e as mais ou menos.
Talvez esta seja uma confissão ou simplesmente um desabafo, mas certamente conquistar é fundamental! A melhor conquista é quando ficamos em duvida se estamos conquistando ou sendo conquistados…

Vou tentar dividir não só meus pensamentos de homenagem às mulheres, mas também meus contos, aceito sugestões, comentários, críticas e idéias de contos para escrever sobre…

Obrigado