segunda-feira, 25 de maio de 2009

Dia Quente - Conto

Tinha sido um dia difícil, daqueles que você praticamente não para e em teoria não teria tempo para nada, telefone tocando, o pentelho do cliente chato no seu pé e você sem a resposta que ele deseja, enfim, um dia pra sumir.

No meio do dia a única coisa que me acalmava e ao mesmo tempo me agitava era pensar em você e na distância que nos separava. Distância é uma palavra chata, incomoda, deveria ser abolida do nosso léxico, mas está ai.... Queria um transportador “a lá” Star Trek, coisa de ficção cientifica, mas que me ajudaria estar do seu lado.

A calma ao pensar em você era a paz e o relaxamento natural de estar ao lado da pessoa querida e desejada, mas a idéia de estar al lado de pessoa tão sensual inteligente me excitava, me deixava maluco de tesão, quase incontrolável...Acabei parando num lugar escondido para me aliviar... me masturbei lentamente, de olhos fechados, lembrando seu gosto, seu cheiro, tudo aquilo que me viciou em você e me deixava alucinado.

Não conseguia ter culpa; a reunião rolando solta e eu ali tendo um momento de prazer inexplicável.........

Sai, fui embora, logo após a reunião recebendo bronca por não ter participado da reunião e sem a menor culpa, só o desejo, só o tesão que não parava de lembrar você.

Atravessei a cidade, peguei a estrada... Era incapaz de raciocinar, lógica não existia, te desejava somente, era só isto residia em mim nestes momentos.

Cheguei ao seu escritório no interior do estado, aquelas duas horas de estrada pareciam duas semanas, uma eternidade diante do vulcão de sentimento que estava ali pulsando em mim sem parar, chegava a latejar dentro de minha calça.
Entrei serio, ninguém nem sequer se atreveu a perguntar porque estava ali, tão cedo, num horário que normalmente nem apareceria, mas não importava.

Sua secretária me olhou, até tentou dizer algo do tipo “vou te anunciar”, mas não me incomodei, ignorei sua tentativa e entrei na sua sala. Sua secretaria ficou me olhando com cara de “hoje é dia de briga”.... quanta ingenuidade dela.... ordenei que não deixasse ninguém nos incomodar, como se tivesse o direito de fazer isto... depois me desculparia, mas agora era só o que era importante... não ser incomodado.

Você ao telefone se surpreendeu, soriu delicadamente e em seguida entendeu que devirá desligar, rapidamente tentou desligar e eu sem si quer falar uma palavra somente te agarrei segurando firme e não forte, abraçando como se fosse minha salvação e era, era a salvação para tudo que se passava dentro de mim.

Te peguei pelos cabelos, levantei seu rosto, você ainda sentada gemeu levemente. Beijei você como um sedento andarilho bebe água no deserto, sedento de você, do seu prazer.

Seu prazer era claro, estava exposto, você gostava realmente de ser possuída e eu não deixava dívidas de que você era “a pessoa” a ser possuída.

Minhas mãos iniciaram a peregrinação frenética pelo seu corpo procurando algoe que não sei explicar ate encontrar seus seios, delicados, perfumados e neste ponto levemente umedecidos pelo seu suor. Eu beijei seu pescoço e seus seios, ambos, um, o outro...

Te puxei para a mesa já derrubando todos os papeis e você me olhava levemente assustada, nunca tinha feito nada parecido com você, mas deixou claro que estava excitada, gostava, se deliciava em ser desejada e retribuía.

Levantei seu vestido, abaixei, puxei delicadamente sua calcinha para o lado e te chupei, queria poder falar de forma mais bonita, mas neste momento eu era um animal, meu instinto me regia, me guiava sem freios. Eu parecia um bebê num pote de mel, como seu gosto era doce........

Olhava para seu rosto e via prazer, tesão, abaixei minha calça somente o suficiente para expor meu prazer e te penetrei, com força, seu gemido me excitava cada vez mais, você levantou suas pernas para que penetrasse o mais fundo possível, via você com aquela sandália de salto alto que te deixava fabulosamente gostosa...

Te virei, coloquei de bruços sobre a mesa, te peguei pelo cabelo, e continuei a penetrar e ouvir seus gemidos ate gozar, jorrando dentro de você e você ali, junto comigo, gozando em sintonia.

Acabamos, juntos, e ficamos ali, sem falar uma única palavra, até que você se pronunciou, me mandou embora, falou que já tinha te dado o prazer que você queria. Me senti realizado, fui pro seu apartamento, com sua chave tomar um banho e te esperar, deixou claro que queria mais e noite ia ser longa.... Nem tinha te falado do espumante que comprei para tomar em seu corpo mais tardo com morangos.......

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