Ele chegou cansado, depois de um longo dia de trabalho. Sabia que todo o glamour de viajens longas e cheias de reuniões, com vôos atrazados, almoços com clientes que você não suportava, mas eram clientes...
Entrou no quarto do hotel que antes lhe parecia tão impessoal, frio, distante, estranhou o perfume no ar. O dia tinha sido estressante, não cansativo, parara o dia inteiro em reuniões, mas muito foi feito, profissionalmente estava realizado. Já tinha ate se esquecido de que sua paixão tinha ido acompanhá-lo na viagem, nem tinha tido oportunidade de curtir o momento, ela deveria ter ido curtir a cidade, apesar de tão perto, Buenos Aires era especial, charmosa, quase européia (que nossos amigos portenhos não saibam disso, ficariam ainda mais convencidos).
Aquele quarto tinha realmente algo muito especial, mágico, silencioso, erótico até... Transformara-se em ninho após a chegada dela...Uma tênue luz banhava o quarto, quase que imerso em uma mágica penumbra doce, sedutora... Sentou-se na cama e desafrouxou o nó da gravata...olhava para o nada sem saber o que fazer, pensava no nada, curtia o momento. Tudo era silêncio, e aproveitou para colocar um CD com musicas instrumentais, mas nada comum, era um solo gostoso de Rock, Little Wing, Hendrix tinha sido iluminado e naquela versão então... a mente voou até que sentiu passos femininos vindo atrás de si...
Olhou de relance para trás e ela ali estava, caminhando como se aqueles poucos metros quadrados fossem uma alameda. Vestia um robe de seda no corpo que cheirava a morangos com champagne, de salto alto mostrando toda a ternura e poder que sabia que tinha.
Trazia nas mãos uma taça de vinho tinto...
Caminhou devagarzinho e subiu na cama, onde jazia uma colcha de cetim de um bege esmaecido pelo tempo... Sua movimentação era inebriante, deixava ele ipnotizado, completamente absorto pela visão da perfeição feminina. Ela postou-se atrás dele e o enlaçou com suas grossas e carnudas coxas, num abraço...ele podia sentir aquela respiração morna em sua nuca, deixou a cabeça pender para frente como que concordando e incentivando o carinho.
Fechou os olhos.
Fechou os olhos para se embebedar daquela presença...Ela tocou suas costas tirando sua camisa já amassada pelo longo dia ficou ali na cama enquanto seus dedos,
com um toque sutil, iniciaram uma massagem lenta até que foram tocando seu
peito, de forma mais presente...um beijo gostoso na base da orelha deixou ele ainda mais excitado enquanto suas unhas delicadamente sentiam os pelos do peito passar...
Com seu corpo e sua respiração ela demonstrava seu tesão no momento..
Com o canto do olho ela percebeu a excitação presa dentro da calça do jovem mancebo em seus braços... Desceu com sua mão ate desabotoar suas calças já puxando-o para deitar. Beijou seus lábios longamente como se fosse ar, como se aquele beijo fosse necessário para viver... E realmente talvez fosse...
Sua boca foi então descendo pelo peito dele e cheirou seu perfume que ainda estava lá enquanto arriava suas calças junto com a roupa de baixo. Neste momento o robe já estava entre aberto, cobrindo o corpo dela como um grande e delicado sobre-tudo que neste momento cobria o seu corpo quente e delicado.
Era incrível o que ela fazia com ele. Ele neste momento era um garoto ingênuo perto do desejo e carinho que ela dava. Ele não era assim, mas estava assim, imóvel, impotente diante da situação quanto ela começou a beijar e se deliciar com o falo enrijecido todo ali, só para ela.
Por pura traquinagem ela parou e ficou ali olhando para ele com cara de menina safada que esta fazendo coisa errada... quando seus olhos se cruzaram ela pulou para cima dele, ainda imóvel, ele so podia ver o lindo corpo de sua amante se movimentando e controlando a situação em cima dele. Cavalgando no prazer, demonstrando o prazer e desejo.
Gozaram...
Juntos...
Queria poder relatar de outra forma, mas é impossível...
Gozaram como adolescentes e os dois suados se abraçaram, aproveitando juntos os momentos de êxtase total.
Juntos calmamente foram tomar um banho quente e sair para jantar em Puerto Madero como dois namoradinhos....
sexta-feira, 19 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Conceitos ultrapassados sobre feminismo
Hoje não é dia de conto.
Dia 12 de Junho, dia dos namorados e poderia ficar aqui divagando sobre a sexualidade angelical, mas não vou.
Quero falar do jogo de conquista sobre as mulheres e homens.
Estamos num momento pior que o feminismo dos anos 70 onde se queimavam sutiãs e as mulheres insistiam na falta de depilação afirmando que eram contra a sociedade da época.
Ta bom, sem protestos para me falar que nem todas eram assim!!! Sei disso!!!
Mas agora vivemos um mundo de independência feminina algumas vezes imbecil.
Poxa, nada mais afrodisíaco para mim que mulher inteligente de salto alto!!!!!!
A Independência feminina é fundamental, mas as mulheres precisam deixar de ser mulheres?
Vamos pensar em alguns cenários pro primeiro jantar:
1 – O cara sai pra jantar com a menina e simplesmente no final chama pra dividir na lata!
As mulheres ficam ofendidas. Isto é um fato!
2 – A mulher faz charminho, pede pra dividir, mas se o cara aceita….. Ficam Ofendidas!
3 – O cara pede a conta, vai ao banheiro para deixara conta chegar para a menina… Acho que não preciso comentar o tamanho da falta de “tato” na atitude, mas já ouvi isto tantas vezes de amigas que não podia deixar de colocar aqui.
4 – O cara pede a conta, paga, abre a porta do carro, deixa a mulher entrar antes…
O item quatro é uma suposição quase remota que o cara existe e se existe que a mulher saberá lidar com isto….
O fato é que sou careta. Gosto da mulher independente, mas não abro mao de certos cavalheirismos.
Depois de um tempo, dividir "pode" ser uma opção, mas primeiro encontro?
Comentem, quero voltar neste assunto com a opinião de vocês…
Beijos
Joao
joaovicente75@gmail.com
Dia 12 de Junho, dia dos namorados e poderia ficar aqui divagando sobre a sexualidade angelical, mas não vou.
Quero falar do jogo de conquista sobre as mulheres e homens.
Estamos num momento pior que o feminismo dos anos 70 onde se queimavam sutiãs e as mulheres insistiam na falta de depilação afirmando que eram contra a sociedade da época.
Ta bom, sem protestos para me falar que nem todas eram assim!!! Sei disso!!!
Mas agora vivemos um mundo de independência feminina algumas vezes imbecil.
Poxa, nada mais afrodisíaco para mim que mulher inteligente de salto alto!!!!!!
A Independência feminina é fundamental, mas as mulheres precisam deixar de ser mulheres?
Vamos pensar em alguns cenários pro primeiro jantar:
1 – O cara sai pra jantar com a menina e simplesmente no final chama pra dividir na lata!
As mulheres ficam ofendidas. Isto é um fato!
2 – A mulher faz charminho, pede pra dividir, mas se o cara aceita….. Ficam Ofendidas!
3 – O cara pede a conta, vai ao banheiro para deixara conta chegar para a menina… Acho que não preciso comentar o tamanho da falta de “tato” na atitude, mas já ouvi isto tantas vezes de amigas que não podia deixar de colocar aqui.
4 – O cara pede a conta, paga, abre a porta do carro, deixa a mulher entrar antes…
O item quatro é uma suposição quase remota que o cara existe e se existe que a mulher saberá lidar com isto….
O fato é que sou careta. Gosto da mulher independente, mas não abro mao de certos cavalheirismos.
Depois de um tempo, dividir "pode" ser uma opção, mas primeiro encontro?
Comentem, quero voltar neste assunto com a opinião de vocês…
Beijos
Joao
joaovicente75@gmail.com
quarta-feira, 3 de junho de 2009
PRAIA - Conto
Praia sempre é um lugar de provocação, de aparências mais ainda…
Existem cidades como o Rio de Janeiro onde sempre as mulheres se cuidam de forma diferente da minha São Paulo, La provavelmente, pela exposição do corpo, vemos as tais marquinhas mais salientes, o bronzeado mais dourado e a barriguinha mais saradinha.
Em São Paulo temos as executivas, em seus scarpins maravilhosos, mas isto fica pra outro conto…
Mas Santos tem algo diferente de todas as cidades litorâneas, algo do Rio, mas com a peculiaridade de se estar perto de São Paulo, ser menor mais aconchegante talvez.
Eu tinha uma pick-up, destas grandes antigas, clássicas, um xodó todo especial que eu adorava e cuidava e como todo homem com brinquedo preferido a chamava de Filó. Tinha duas cores, branca e vermelha o que chamamos saia e blusa e eu tinha passado a tarde lavando e encerando.
O por do Sol estava próximo, tomei um bom banho e fui desfilar com a Filo, um CD escolhido a dedo do Beach Boys tocava, não alto para ser inconveniente, mas o suficiente para quem estivesse próximo ouvir e saber meu gosto musical, como se fosse o perfume de uma dama, que o coloca para quem estiver ali do ladinho.
Meio longe vi uma linda morena passeando de bicicleta, estava encostada tomando água de coco conversando com uma amiga e não pude tirar os olhos dela.
Fui hipnotizado de uma forma que não esperava ser.
Não tinha saído com a intenção de conhecer ninguém, mas estava só na casa de praia e no meu leve trotoir vi uma pessoa que não poderia deixar de conversar, de conhecer.
Sempre fui uma pessoa ambígua, meio tímido e meio cara de pau. Vou tentar explicar, nunca soube o que falar para começar uma conversa, depois que a conversa iniciava a coisa rolava, mas o inicio era um problema e eu estava ali justamente nesta situação.
Pra minha sorte abriu justamente a primeira vaga próxima ao barzinho do calçadão e bem ao lado da ciclovia onde esta linda menina estava.
Ao parar o carro ela olhou de lado e sorriu, sorri em retribuição e com um singelo boa tarde ia desligando o radio pra comprar uma água de coco e pensava freneticamente no que falar pra puxar assunto quando ela soltou um “adoro Beach Boys, deixa tocar…”
Eu ri e respondi, “ta bom, mas fica de olho na Filó”. Expressão que deixou ela sem entender direito já que eu estava sozinho, mas fui eu La comprar minha água de côco, já mais calmo e voltando percebi que ela estava se despedindo da amiga.
Ela sorriu de novo e perguntou quem é a Filó e quando apontei-a, se matou de rir e disse que meninos são sempre assim.
Começamos então nossa conversa, ela sempre com aquele sorriso inebriante que me deixou na duvida se era timidez ou um charminho todo especial (certamente eram os dois!!!), mas não faltava assunto, falávamos sobre tudo, sem pressa, como se o tempo fosse infinito.
Fiz o convite para ir ver o final do por do Sol num mirante ali próximo, meio que nem acreditando ela disse sim. Joguei sua bicicleta na caçamba da Filó e fomos passear.
Parei a Filó no mirante e sentados num pequeno muro rimos, conversamos, nos beijamos.
Eram beijos ternos, simples, carinhosos, delicados, sinceros, longos, palavras já não eram mais necessárias ali, somente seu gosto, seu toque…
O Sol se foi e com a noite veio um momento estranho, por que eu a desejava e ela me desejava, mas eu não queria estragar as coisas pulando etapas ao mesmo tempo que a desejava ali mais que tudo.
Perguntei se aceitava jantar comigo ela aceitou, mas acho que estranhou eu falar para irmos direto, pediu pra passar na casa Del, para deixar a bike, tomar um banho, perguntou onde iríamos e falei, que se ela não se incomodasse, iríamos para minha casa. Perguntou se poderia confiar em mim, respondi que sim e ainda bem que ela confiou…
Os 30 minutos que ela levou para se arrumar pareceram uma eternidade, coisa de homem, vocês entendem.
Ela voltou delicada, usava uma camiseta branca por cima de um top de algodão também branco, um shortinho jeans e uma sandália de dedos de saltinho, roupa de praia para resumir, ela não era uma menininha, era uma mulher com todas as letras, mas eu não conseguia ver nada alem da menina travessa que ela parecia ser.
Chegamos em casa, e deixei claro que sabia fazer uma boa pasta (macarrão para os leigos) e apesar de usar molho em latinha, eu colocava uns ingredientes secretos, mas antes de preparar, ofereci uma taça de vinho branco, geladinho,levemente adocicado, temperatura ideal para o verão sabor ideal para o momento.
Pedi licença para tomar um banho, ela riu e me provocando falou que não era para demorar pois estava com fome.
Deixei o espaguete e o molho no fogão e fui pro meu banho. Admito que escolhi o perfume com cuidado, queria impressionar e esta mulher me transformava num menino ao se falar em sentimentos.
Voltei, e juntos na cozinha íamos conversando, beijinhos, bebendo, e eu terminava nossa janta.
Coloquei no prato nosso jantar e fomos para sala, sentados no chão, informais, íntimos, onde sugeri um DVD para assistir comemos e no vinho já estávamos levemente alegres, não só pelo vinho, mas pelo momento.
Já no meio do filme, não víamos mais o filme e simples mente só nos beijávamos apaixonadamente e nos tocando a levei para sentar em meu colo, de frente para mim, olhos nos olhos, ela com um sorriso maroto de minininha fazendo “arte” eu com olhar de adolescente com a primeira mulher.
Enquanto ficávamos nesta posição, nos beijávamos lentamente, passávamos as mãos um no corpo do outro e eu sentia sua pele delicada, bem cuidada, que refletia uma mulher vaidosa e feliz consigo mesma.
Retirei sua camiseta e ela retirou a minha.
Beijei o colo de seus seios e talvez descreveria como um top, destes de algodão, delicados, simples, mas de uma sensualidade maravilhosa que eu retirava enquanto sentis seu corpo.
Retirei seu shortinho jeans e fui beijando seu corpo até encontrar uma calcinha também de algodão, pequenina, delicada, de meinininha.
Retirei sua calcinha.
Retirei meu shorts junto com minha cueca boxer.
Puxei minha menininha novamente defronte a mim, eu sentado, ela por cima e tudo se encaixou como se fossemos feitos um para o outro.
Fizemos amor ali até sentirmos o nosso prazer máximo juntos, sem inventar, sem posições mirabolantes, simplesmente estávamos sendo cúmplices um do outro numa sintonia pacifica e calma.
Não esperava nem em minha mais remota possibilidade que ao ver a linda menina andando de bicicleta e sorrindo que a noite ia terminar num momento tão mágico.
Terminamos a noite ali abraçados, sem pressa, em correria.
Depois de um tempo conversamos um pouco, ela riu e pediu para colocar o filme de novo “tava legal” provocou.
Coloquei, terminamos, ela chorou, filme romântico
Acabou dormindo em meu ombro.
Levei-a para o quarto e dormimos juntos, ela dormiu sorrindo…
Existem cidades como o Rio de Janeiro onde sempre as mulheres se cuidam de forma diferente da minha São Paulo, La provavelmente, pela exposição do corpo, vemos as tais marquinhas mais salientes, o bronzeado mais dourado e a barriguinha mais saradinha.
Em São Paulo temos as executivas, em seus scarpins maravilhosos, mas isto fica pra outro conto…
Mas Santos tem algo diferente de todas as cidades litorâneas, algo do Rio, mas com a peculiaridade de se estar perto de São Paulo, ser menor mais aconchegante talvez.
Eu tinha uma pick-up, destas grandes antigas, clássicas, um xodó todo especial que eu adorava e cuidava e como todo homem com brinquedo preferido a chamava de Filó. Tinha duas cores, branca e vermelha o que chamamos saia e blusa e eu tinha passado a tarde lavando e encerando.
O por do Sol estava próximo, tomei um bom banho e fui desfilar com a Filo, um CD escolhido a dedo do Beach Boys tocava, não alto para ser inconveniente, mas o suficiente para quem estivesse próximo ouvir e saber meu gosto musical, como se fosse o perfume de uma dama, que o coloca para quem estiver ali do ladinho.
Meio longe vi uma linda morena passeando de bicicleta, estava encostada tomando água de coco conversando com uma amiga e não pude tirar os olhos dela.
Fui hipnotizado de uma forma que não esperava ser.
Não tinha saído com a intenção de conhecer ninguém, mas estava só na casa de praia e no meu leve trotoir vi uma pessoa que não poderia deixar de conversar, de conhecer.
Sempre fui uma pessoa ambígua, meio tímido e meio cara de pau. Vou tentar explicar, nunca soube o que falar para começar uma conversa, depois que a conversa iniciava a coisa rolava, mas o inicio era um problema e eu estava ali justamente nesta situação.
Pra minha sorte abriu justamente a primeira vaga próxima ao barzinho do calçadão e bem ao lado da ciclovia onde esta linda menina estava.
Ao parar o carro ela olhou de lado e sorriu, sorri em retribuição e com um singelo boa tarde ia desligando o radio pra comprar uma água de coco e pensava freneticamente no que falar pra puxar assunto quando ela soltou um “adoro Beach Boys, deixa tocar…”
Eu ri e respondi, “ta bom, mas fica de olho na Filó”. Expressão que deixou ela sem entender direito já que eu estava sozinho, mas fui eu La comprar minha água de côco, já mais calmo e voltando percebi que ela estava se despedindo da amiga.
Ela sorriu de novo e perguntou quem é a Filó e quando apontei-a, se matou de rir e disse que meninos são sempre assim.
Começamos então nossa conversa, ela sempre com aquele sorriso inebriante que me deixou na duvida se era timidez ou um charminho todo especial (certamente eram os dois!!!), mas não faltava assunto, falávamos sobre tudo, sem pressa, como se o tempo fosse infinito.
Fiz o convite para ir ver o final do por do Sol num mirante ali próximo, meio que nem acreditando ela disse sim. Joguei sua bicicleta na caçamba da Filó e fomos passear.
Parei a Filó no mirante e sentados num pequeno muro rimos, conversamos, nos beijamos.
Eram beijos ternos, simples, carinhosos, delicados, sinceros, longos, palavras já não eram mais necessárias ali, somente seu gosto, seu toque…
O Sol se foi e com a noite veio um momento estranho, por que eu a desejava e ela me desejava, mas eu não queria estragar as coisas pulando etapas ao mesmo tempo que a desejava ali mais que tudo.
Perguntei se aceitava jantar comigo ela aceitou, mas acho que estranhou eu falar para irmos direto, pediu pra passar na casa Del, para deixar a bike, tomar um banho, perguntou onde iríamos e falei, que se ela não se incomodasse, iríamos para minha casa. Perguntou se poderia confiar em mim, respondi que sim e ainda bem que ela confiou…
Os 30 minutos que ela levou para se arrumar pareceram uma eternidade, coisa de homem, vocês entendem.
Ela voltou delicada, usava uma camiseta branca por cima de um top de algodão também branco, um shortinho jeans e uma sandália de dedos de saltinho, roupa de praia para resumir, ela não era uma menininha, era uma mulher com todas as letras, mas eu não conseguia ver nada alem da menina travessa que ela parecia ser.
Chegamos em casa, e deixei claro que sabia fazer uma boa pasta (macarrão para os leigos) e apesar de usar molho em latinha, eu colocava uns ingredientes secretos, mas antes de preparar, ofereci uma taça de vinho branco, geladinho,levemente adocicado, temperatura ideal para o verão sabor ideal para o momento.
Pedi licença para tomar um banho, ela riu e me provocando falou que não era para demorar pois estava com fome.
Deixei o espaguete e o molho no fogão e fui pro meu banho. Admito que escolhi o perfume com cuidado, queria impressionar e esta mulher me transformava num menino ao se falar em sentimentos.
Voltei, e juntos na cozinha íamos conversando, beijinhos, bebendo, e eu terminava nossa janta.
Coloquei no prato nosso jantar e fomos para sala, sentados no chão, informais, íntimos, onde sugeri um DVD para assistir comemos e no vinho já estávamos levemente alegres, não só pelo vinho, mas pelo momento.
Já no meio do filme, não víamos mais o filme e simples mente só nos beijávamos apaixonadamente e nos tocando a levei para sentar em meu colo, de frente para mim, olhos nos olhos, ela com um sorriso maroto de minininha fazendo “arte” eu com olhar de adolescente com a primeira mulher.
Enquanto ficávamos nesta posição, nos beijávamos lentamente, passávamos as mãos um no corpo do outro e eu sentia sua pele delicada, bem cuidada, que refletia uma mulher vaidosa e feliz consigo mesma.
Retirei sua camiseta e ela retirou a minha.
Beijei o colo de seus seios e talvez descreveria como um top, destes de algodão, delicados, simples, mas de uma sensualidade maravilhosa que eu retirava enquanto sentis seu corpo.
Retirei seu shortinho jeans e fui beijando seu corpo até encontrar uma calcinha também de algodão, pequenina, delicada, de meinininha.
Retirei sua calcinha.
Retirei meu shorts junto com minha cueca boxer.
Puxei minha menininha novamente defronte a mim, eu sentado, ela por cima e tudo se encaixou como se fossemos feitos um para o outro.
Fizemos amor ali até sentirmos o nosso prazer máximo juntos, sem inventar, sem posições mirabolantes, simplesmente estávamos sendo cúmplices um do outro numa sintonia pacifica e calma.
Não esperava nem em minha mais remota possibilidade que ao ver a linda menina andando de bicicleta e sorrindo que a noite ia terminar num momento tão mágico.
Terminamos a noite ali abraçados, sem pressa, em correria.
Depois de um tempo conversamos um pouco, ela riu e pediu para colocar o filme de novo “tava legal” provocou.
Coloquei, terminamos, ela chorou, filme romântico
Acabou dormindo em meu ombro.
Levei-a para o quarto e dormimos juntos, ela dormiu sorrindo…
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