Homens, temos que admitir, somos bundões!
Todos? Sim.... todos.... uns já realizaram
isto outros ainda realizarão, mas somos.
Mas o que as mulheres não sabem é que temos
a capacidade de lidar com nossos medos de forma diferente delas.
Alguns são violentos e ameaçam matar,
talvez até indo as vias de fato... quem sabe... espero que não senão este pode ser um dos últimos
textos que colocarei aqui.
Outros fogem, correm do pior jeito, só
deixam a pessoa longe por não ter o que falar pra ela quando não mais desejam a
presença.
Tem ainda os que sofrem silenciosamente,
aceitam a vida como está sem tomar rédeas das suas vidas.
Outros simplesmente não tem mais vergonha de
seus medos e fraquezas, as enfrenta, compartilha com quem acredita que deve,
mas não desiste e segue em frente. Infelizmente nem sempre é bem interpretado.
Sou deste ultimo grupo ultimamente, falo
isso por que creio que estou evoluindo, aprendendo com meus erros, mas ainda
assim, sem vergonha de meus medos e fraquezas.
Nossa cultura, além de ter um machismo
idiota e retrógrado, preza pelo homem que não chora, que não tem erros, que não
perde, que não se assusta, que não tem medo.
Ai pra enfrentar isso criamos feminazis que
acham que a mulher deve ser igual a isso talvez... por favor vejam além do texto antes de me
atacarem pedras pois vejo que não é fácil ser mulher, só não sou de extremos.
Voltando ao assunto, por que extremos são
importantes? Não sei.... um advogado
interpretado pelo James Spader uma vez disse...
a vida são tons te cinza... nem
preto, nem branco...
Santo Alan Shore!
Tenho medo, tenho sustos, tenho fraquezas e
elas me fazem seguir adiante.
Não desisto, nem desistirei, pois o que me
fez começar a escrever, a capacidade de amar, me mantem seguindo em frente.
Continuo não por teimosia, mas por que me
sinto vivo hoje como nunca senti antes e deveria abrir mão do ar que respiro?
Nem a pau!
Deus nos presenteia com algumas coisas que
nos assustam, mas quem disse que são ruins? Eu não disse...
Só admito meu medo de não saber exatamente
seus planos, entretanto confio, tenho fé.
O texto começou com o nome medo.... mas termina com o nome Coragem.
Estou aqui... e sempre estarei!
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